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quarta-feira, 8 de abril de 2020

Março 2020 - 3º Lugar em Angariações

Nestes tempos difíceis em que nos encontramos, como todos, tive que me adaptar, para poder continuar a trabalhar, pois apesar de tudo, a vida continua e as responsabilidades profissionais e pessoais são as mesmas.

Responsabilidade para com os proprietários que me confiaram o seu imóvel e contam comigo; para com compradores e arrendatários que continuam a precisar de casa; e, responsabilidade para com a minha família.

Muito grata a todos os meus clientes que continuam a confiar em os seus imóveis, a todos os compradores e arrendatários que me procuram para os ajudar a encontrar a sua casa, à minha agência pelo por todo o apoio, que dia a dia me continuam a dar.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Adeus casas de repouso! A nova tendência é coabitação com amigos


Os lares de idosos têm sido a única opção real disponível para idosos, idosos aposentados que não podem mais morar sozinhos, mas também não têm família por perto que possa adicioná-los ao seu lar. Apesar do fato de que esta é uma opção comum, ninguém gosta de encarar a decisão de ter que se mudar (ou remover um de seus pais) para uma casa de repouso potencialmente solitária e pouco acolhedora. É isso que faz com que essa nova evolução na moradia de idoso, a Senior Cohousing (Coabitação), seja uma óptima alternativa!

A proposta do conceito cohousing sênior, nada tem a ver com casas de repouso para a terceira idade ou hotéis especializados em receber esse público. O projecto consiste em um grupo que opta por abrir mão dos modelos de residência tradicionais para unir moradia individual a um espaço comunitário.

Há, nesse ideal, pequenas habitações de uso particular (quarto, mini-cozinha e casa de banho) e uma área de uso comum com espaços de lazer, refeitório, salas de TV e lavandarias colectivas, por exemplo. Tudo no mesmo terreno ou condomínio projectado para estimular o convívio, a sustentabilidade e a solidariedade.

Já sucesso de público e crítica na Dinamarca, EUA e Espanha, o conceito, que não é restrito à comunidade sénior – o filósofo grego Epicuro falava dele e difundiu seus propósitos três séculos antes de Cristo – começa a falar-se agora em Portugal.

Segundo especialistas, o modelo cohousing sênior é um reflexo do que vem ocorrendo em todo o planeta: aumento da expectativa de vida da população e, com isso, o surgimento de uma comunidade madura cada vez maior, autónoma, activa e carente de soluções para anseios e demandas.

Benefícios do Cohousing Senior em comparação com lares de idosos

Ambas as casas, tanto de repouso quanto cohousing sénior, têm suas listas de prós e contras. É importante considerar todos os pontos positivos e negativos antes de tomar a decisão de usar uma delas. Todo idoso tem necessidades e exigências únicas, muitas das quais as tornam mais adequadas para um tipo de casa do que para outro. Então faça sua pesquisa, entenda as suas opções e tenha em mente os prós e contras básicos! Aqui estão alguns aspectos a serem considerados:

1. Comunidade
As vantagens quer nos lares de idosos quer no cohousing sênior é que ambos fornecem comunidade e eventos para os moradores poderem desfrutar. Oportunidades sociais são comuns em lares de idosos e coabitação sênior. O que torna a coabitação sénior tão atraente, no entanto, é que os idosos são facilmente capazes de ter seus próprios amigos próximos por perto, em vez de uma sala cheia de estranhos.

2 – Privacidade
Enquanto os lares de idosos e a cohousing sénior oferecem residência privada, a cohousing sénior tem um pouco mais de privacidade. Isso porque os residentes não são colocados em locais tão próximos uns dos outros. Você pode ter sua própria casa ou apartamento com cohousing sénior, enquanto casas de repouso tendem a oferecer quartos mais pequenos e mistos muito mais perto.

3 – Despesas e cuidados
Um ponto negativo dos lares de idosos é a despesa que eles acarretam. Os lares de idosos tendem a ser instalações de tempo integral, com pessoal bem treinado e muito cuidadoso. No entanto, tudo isso tem um preço. A co-habitação sénior acaba sendo mais acessível, já que muitos dos moradores partilham os recursos. Dito isto, lares de idosos, muitas vezes têm cuidadores mais experientes e atenciosos. Ambas, as casas de repouso e a coabitação sénior, são mais seguras do que um idoso que mora sozinho, mas uma boa casa de repouso com boa equipe pode ser mais atenta do que uma vizinha observadora de uma comunidade sénior de coabitação.

A Cohousing sénior pode não ser para todos, mas é definitivamente uma oportunidade maravilhosa para muitos idosos. Especialmente se eles acham que a ideia de um asilo é triste, solitária ou deprimente . A coabitação sénior permite que os idosos mantenham algum controle sobre o que fazem, estabeleçam seus próprios horários e mantenham suas próprias amizades. Poderia ser o ajuste perfeito para muitos idosos que não precisam de cuidados constantes!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Arrendei uma casa. Posso mudar a fechadura?


Uma grande parte dos inquilinos quando arrenda um imóvel decide mudar de imediato as fechaduras por uma questão de maior segurança e privacidade. As questões que se colocam são, por um lado, se o podem fazer e, por outro, se são obrigados a entregar uma chave ao senhorio?

Ora, de facto, o inquilino pode mudar a fechadura sem aviso prévio ou pedir autorização ao senhorio e também não é obrigado a entregar uma cópia da nova chave ao senhorio.

Isto sucede porque, quando o inquilino arrenda uma casa é-lhe atribuído um conjunto de direitos como se a casa fosse sua. O que daqui resulta a impossibilidade de o senhorio entrar na casa arrendada sem autorização do inquilino, pois este tem direito à sua privacidade e a não ser incomodado. É o inquilino que tem a posse e pode desfrutar da casa.

No entanto, convém ressalvar que não se trata de um direito absoluto. Existem algumas excepções tais como situações em que é obrigatório ao inquilino permitir a visita do senhorio ao imóvel, seja para a realização de obras urgentes ou, por exemplo, quando o contrato se encontre na iminência de cessar nos termos do artigo 1081.º do Código Civil.

Contudo, mesmo nestas situações não se pode entrar no imóvel contra a vontade do inquilino. Em caso de recusa, o senhorio pode reagir, propondo uma acção contra o inquilino.

Cessado o contrato de arrendamento, como o inquilino é obrigado a restituir o imóvel arrendado no estado em que se encontrava no início do contrato, ressalvadas as deteriorações normais, é obrigado a repor a fechadura antiga, caso o senhorio não aceite ficar com a nova.

Fonte: Idealista

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Promotores e Investidores pretendem lançar novos projectos nos próximos meses


De acordo com os primeiros resultados do Portuguese Investment Property Survey, apresentados durante o SIL-Salão Imobiliário de Portugal, apesar de se mostrarem mais cautelosos, os promotores e investidores imobiliários permanecem bastante activos quer no lançamento de novos projectos residenciais quer na procura de terrenos para desenvolvimento.

O Portuguese Investment Property Survey é um inquérito de sentimento e expetativas realizado pela Confidencial Imobiliário junto de um painel dos mais representativos promotores e investidores imobiliários, em associação com a APPII – Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários.

De acordo com Hugo Santos Ferreira, Vice-Presidente Executivo da APPII, “enquanto representante dos promotores e investidores imobiliários, a APPII congratula-se pelo lançamento desta iniciativa. Era uma absoluta necessidade do mercado, existirem dados sobre o investimento e promoção imobiliária que estão em curso no país, especialmente numa altura em que a dinâmica nestes sectores é tão forte. É algo há muito pedido pelo mercado e que encontra agora uma resposta com qualidade”.

O inquérito referente ao 3º trimestre de 2019 revela que 75% dos promotores e investidores imobiliários inquiridos tem em perspectiva lançar novos projectos nos próximos meses, expectativa que é transversal a todas as regiões cobertas pelo survey, mas que é especialmente evidente nas cidades de Lisboa e Porto. Além disso, 87% dos inquiridos declarou também estar activamente à procura de terrenos para o desenvolvimento de novos projectos, confirmando o reforço futuro da actividade de promoção.

Não obstante este sentimento positivo, os operadores activos no mercado mostram-se cautelosos quanto ao comportamento das vendas e dos preços, antecipando um abrandamento nas transacções e uma estabilização dos preços no 4º trimestre de 2019. No 3º trimestre, os inquiridos apontaram já uma evolução contida nas vendas, embora se tenham mantido mais optimistas relativamente ao comportamento dos preços.

Os inquiridos apontam, contudo, três grandes obstáculos para a realização do potencial de investimento em nova promoção. A burocracia, e em especial o processo de licenciamento, é considerado por 74% dos inquiridos como um tema muito crítico nas restrições à actividade, seguidos dos custos de construção e dos preços dos terrenos. Estas são as três questões centrais para a determinação do custo total da operação e da sua viabilidade. No presente inquérito, a procura e o acesso ao crédito são as questões que menos preocupam os agentes enquanto factores inibidores da actividade de promoção e investimento.

Em comentário aos resultados deste primeiro inquérito, Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário, afirma: “O survey mostra que os promotores olham para o futuro com uma expectativa positiva de que o mercado abre oportunidades, mas com a consciência de que não são já oportunidades com janelas de valorização como antes. Parece existir uma noção de que há condições para dar continuidade a uma trajectória de investimento, mas com um reconhecimento dos limites do mercado e com uma identificação clara dos obstáculos, entre os quais se destacam o tempo de licenciamento das câmaras municipais. Conhecer bem os segmentos-alvo dos produtos é, assim, cada vez mais essencial para fundamentar bem as decisões tomadas” conclui.

Fonte: Confidencial Imobiliario
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