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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Construção da escola de comunicações da NATO em Oeiras arranca em abril


Lisboa, 27 mar (Lusa) - As obras de construção da nova escola de comunicações e sistemas de informação da NATO, em Oeiras, vão arrancar em abril, devendo estar concluídas no fim de 2018, anunciou hoje o Ministério da Defesa.

O contrato de adjudicação da obra foi assinado na segunda-feira entre o Estado português e a empresa Mota Engil S.A, que ganhou o concurso lançado em 2016, e prevê a construção de um edifício de 13.000 metros quadrados no reduto Gomes Freire, Oeiras.

"Prevê-se que os trabalhos de construção se iniciem no prazo de um mês, atentas as questões legais e logísticas necessárias para o efeito", segundo indicou o ministério da Defesa, em comunicado hoje divulgado.

Com um prazo de conclusão de 548 dias, a escola NATO de Comunicações e Sistemas de Informação (NCISS) deverá ser inaugurada no final de 2018 e começar a funcionar em 2019, com cerca de 400 cursos/ano nas áreas de sistemas de informação, ciberdefesa e segurança.

A obra, orçada em 19,5 milhões de euros pagos pela Aliança Atlântica, vai ficar nas antigas instalações do Comando Aliado Conjunto, no Reduto Gomes Freire, onde estava sediado o antigo `Allied Joint Command´, desativado no âmbito da reorganização das estruturas da NATO em 2011.

O ministério da Defesa destacou o "impacto relevante" que a escola terá na "economia nacional e regional", frisando que a nova estrutura receberá formandos de todos os países membros da NATO, com uma perspetiva de 5.500 por ano.

Segundo fonte oficial da Aliança Atlântica, a NATO espera que a NCISS assuma um "papel importante no treino, educação, exercícios e avaliação" dada Organização na `ciberdefesa´ e `cibersegurança´, áreas que os ministros da Defesa da Aliança concordaram reforçar durante a reunião de fevereiro passado.

A escola de Comunicações e Sistemas de Informação da NATO está atualmente sediada na cidade italiana de Latina, no centro de Itália, que será encerrada após a inauguração da nova.

A transferência da escola para Oeiras foi aprovada na sequência da reestruturação da NATO em 2011, que desativou o Comando de Lisboa, visando manter no território nacional uma "presença relevante daquela organização internacional", frisou o ministério da Defesa.

"A Escola de Comunicações e Sistemas de Informação permitirá potenciar um conjunto de capacidades de grande importância para a Defesa Nacional, contribuindo significativamente para a afirmação de Portugal como um centro de desenvolvimento de `know how´ e de conhecimento nestes domínios", sublinhou o ministério liderado por Azeredo Lopes.

Fonte: Lusa/fim

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Novo desenho do adicional ao IMI é mais penalizador para contribuintes

Remax Lisboa Remax Oeiras Remax Cascais
As novas regras do adicional ao IMI vão sair mais caras aos proprietários de imóveis de elevado valor. No caso particular das pessoas singulares, há casos em que o imposto mais que duplica face ao cenário inicial.

O novo desenho do adicional ao IMI é mais penalizador para os contribuintes, sendo que os singulares com património imobiliário entre 600.000 e um milhão de euros vão pagar mais do dobro que o previsto inicialmente. As contas são da consultora Deloitte, feitas a pedido da agência Lusa.
Da comparação entre o desenho inicial da proposta de adicional ao IMI (AIMI) e a que acabou por resultar do novo ciclo de negociações à esquerda, a conclusão principal é que os contribuintes singulares e os colectivos "serão penalizados pela nova solução proposta" face ao previsto inicialmente no OE2017.

Na proposta de OE2017, o Governo pretendia aplicar uma taxa de 0,3% aos contribuintes singulares ou colectivos que detivessem património imobiliário (excluindo imóveis industriais e afectos ao turismo) que valesse mais de 600.000 euros, uma medida que substituiria o Imposto de Selo (uma taxa de 1% aplicada aos contribuintes por cada imóvel que valesse mais de um milhão de euros).

Na nova proposta apresentada pelo PS na sexta-feira, são excluídos os imóveis afectos ao comércio e serviços, o que constitui uma grande alívio para as empresas, e, simultaneamente, introduzem-se diferentes taxas consoante o contribuinte e a soma do Valor Patrimonial Tributário (VPT) dos imóveis detidos: 0,7% para pessoas singulares com VPT entre os 600 mil e um milhão de euros, 1% acima deste valor (apenas para pessoas singulares) e 0,4% para contribuintes colectivos.

Assim, no caso das pessoas singulares que detenham VPT entre 600 mil e um milhão de euros, o novo desenho do adicional ao IMI pode significar que paguem mais do dobro do que pagariam com o previsto na proposta inicial de OE2017.

Outra conclusão da Deloitte é que o adicional do IMI acaba por ser mais vantajoso do que o Imposto de Selo (IS) para quem tem apenas um imóvel com VPT acima de um milhão de euros. No caso de esse património resultar de vários imóveis, o adicional acaba por penalizar o contribuinte.

Outras contas da responsabilidade da PwC, também para a agência Lusa, mostram que as empresas saem a ganhar no novo desenho do AIMI quando o valor patrimonial dos imóveis que detenham (apenas os habitacionais, porque os outros ficaram, entretanto, de fora) seja superior a 750 mil euros. 

Simulações da Deloitte
Proprietários singulares saem a perder

Nas simulações, a consultora compara imóveis localizados em Oeiras, distrito de Lisboa, que aplica, actualmente, uma taxa de IMI de 0,33%, assumindo que a taxa se manterá no próximo ano. 

- VPT global de 750.000 euros, correspondente a um imóvel com afectação habitacional 

Atualmente, tanto uma pessoa coletiva como uma singular pagam 2.475 euros de IMI por um imóvel de habitação com VPT de 750.000 euros localizado em Oeiras (taxa de 0,33% fixada pelo município).

Com o novo adicional ao IMI, e com o novo desenho previsto pelo PS, a pessoa singular passaria a pagar 1.050 euros pela 'sobretaxa' de 0,7% acima de 600.000 euros. Assumindo que o adicional ao IMI avançava conforme previsto inicialmente no OE2017, o contribuinte pagaria 450 euros.

Desta forma, com a proposta de substituição socialista o encargo total para a pessoa singular é de 3.525 euros com esse património imobiliário.

Se o mesmo imóvel com afetação de habitação for detido por uma empresa, o encargo com o adicional ao IMI eleva-se, conforme previsto na proposta do PS, para 3.000 euros. Isto porque, com a nova proposta, a taxa de 0,4% incide sobre a totalidade do VPT. Caso avançasse a proposta inicial do OE2017, a pessoa coletiva pagaria o mesmo que a singular. Mas assim, em 2017, pagará um total de 5.475 euros entre IMI e adicional.

- VPT global de 1,2 milhões de euros, correspondente a um imóvel com afectação habitacional

Uma pessoa singular com este imóvel em Oeiras pagava até aqui 15.960 euros: 3.960 euros da taxa de 0,33% de IMI aplicada pelo município mais 12.000 euros de IS. Com a proposta inicial prevista no OE2017, deixaria de pagar o IS e passaria a pagar o adicional de 0,3% sobre o montante acima de 600.000 euros, ou seja, 1.800 euros, poupando assim 10.200 euros.
Com o desenho introduzido agora pelo PS, este contribuinte passa a pagar 0,7% de adicional ao IMI no montante entre os 600.000 e um milhão de euros e 1% sobre o valor acima de um milhão, o que totaliza 4.800 euros. Assim, passará a pagar, no próximo ano, 8.760 euros. Ainda assim, este valor representa menos 7.200 euros do que pagou em 2016.

Também uma empresa que detenha este imóvel paga atualmente 15.960 euros. Com a proposta inicial do OE2017, passaria a pagar 1.800 euros, mas com a proposta de substituição socialista pagará 8.760 euros, entre o IMI cobrado por Oeiras e o adicional de 0,4% sobre a totalidade do VPT, que corresponde a 4.800 euros. O montante que pagará em 2017 será inferior em 7.200 euros ao que pagou este ano, devido ao fim do IS.  

Caso avançasse o desenho inicial do adicional do IMI, esta pessoa coletiva pagaria 5.760 euros, tendo uma poupança de 10.200 euros.

- VPT global de 1,2 milhões de euros, correspondente a dois imóveis (um com VPT de 700.000 euros e outro com VPT de 500.000 euros) com afectação habitacional .

Neste caso, o agravamento fiscal para é de 4.800 euros (decorrente do adicional ao IMI) para a pessoa singular. Até aqui, contribuintes com dois imóveis com VPT abaixo de um milhão de euros não pagavam IS, mesmo que na soma total esse limiar fosse ultrapassado. Com a substituição do IS pelo adicional ao IMI, a taxa de aplica-se sobre a soma da totalidade do património imobiliário detido pelo contribuinte. Assim, as simulações neste caso são iguais às dos contribuintes com um único imóvel com o mesmo VPT. 

- VPT global de 1,2 milhões de euros, correspondente a um imóvel detido por uma pessoa singular residente num paraíso fiscal
Neste caso, o adicional do IMI vem substituir o IS, mas como as taxas são as mesmas acaba por não haver diferença. Na situação atual, o contribuinte paga 7,5% de IMI (90.000 euros) mais 7,5% de IS (mais 90.000 euros), totalizando 180.000 euros. 

Com a proposta inicial do adicional ao IMI, estes contribuintes saíam beneficiados, porque pagariam apenas 0,3% de adicional sobre o montante acima de 600 mil euros, ou seja, 1.800 euros, poupando 88.200 euros face à situação atual. Com o novo desenho, esta situação fica acautelada, continuando estes contribuintes a pagar 180.000 euros pelo seu património imobiliário.

 Fonte: Jornal de Negócios

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Investimento em vistos gold estagna em Outubro

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O volume de investimento estabilizou abaixo dos 60 milhões de euros em Outubro, em linha com o mês anterior e quase 40% abaixo do verificado no trimestre anterior.

O investimento captado pelos vistos gold em Outubro atingiu 58,6 milhões de euros, um valor ligeiramente acima do registado em Setembro (58,4 milhões de euros).

De acordo com os dados divulgados pela Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), o investimento em vistos gold está em queda nos últimos meses, já que a média apurada nos últimos três meses, 56 milhões de euros, situa-se 39,5% abaixo da verificada no final do trimestre do ano (92,5 milhões de euros).

Manuel Reis Campos, presidente da CPCI diz que "há que fazer uma avaliação global, que nos permita compreender se, na verdade, os números mensais reflectem a procura por parte dos investidores ou, tão somente, a capacidade de resposta dos serviços da administração".

 A Confederação alerta para a "necessidade de assegurar a competitividade de Portugal, face aos demais países europeus que apresentam regimes legais similares, mas que, ao contrário de Portugal não oferecem oferta imobiliária de excelência, património histórico e cultural único, rede de infra-estruturas de elevada qualidade, e um incomparável posicionamento geoestratégico, factores que fazem a diferença e que ainda pesam na decisão do investidor estrangeiro".

Fonte: Jornal de Negócios

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Chiado sobe no "ranking" das localizações de retalho mais caras do mundo

A 5ª Avenida em Nova Iorque continua a ser a mais cara do mundo, num ranking em que o Chiado surge na 34º posição.

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Com uma renda anual de 1.200 euros por metro quadrado, o Chiado ocupa a 34.ª posição no ranking das localizações de retalho mais caras do mundo.

De acordo com um estudo da consultora Cushman & Wakefield, que só inclui um local por país, a zona comercial lisboeta subiu duas posições no ranking mundial.

Segundo Marta Esteves Costa, associate e directora do departamento de research & consultoria da Cushman & Wakefield, "este resultado reflecte o dinamismo que se continua a verificar no comércio de rua, o qual além da recuperação económica, tem vindo a beneficiar do forte crescimento do turismo e incremento da reabilitação urbana".

"As cidades de Lisboa e Porto gozam não só de uma forte atractividade junto das principais marcas a operar em Portugal, como fazem também parte do plano de expansão de retalhistas internacionais que pretendem entrar no mercado nacional, inclusive marcas de luxo que procuram espaços que cumpram os seus requisitos", refere um comunicado da consultora, dando conta que em Lisboa estão a surgir novos destinos de comércio como o Cais do Sodré e a zona do Mercado da Ribeira em Lisboa e no Porto o Largo dos Loios e a Rua das Flores.

Segundo a mesma fonte, em Lisboa, a renda prime no Chiado situa-se nos 100 euros/m²/mês e na Avenida da Liberdade nos 90 euros/m²/mês. No Porto a renda na Rua de Sta. Catarina aumentou para 55 euros/m²/mês.

5ª Avenida continua a liderar

O estudo da Cushman, que inclui um ranking de 71 localizações, conclui que em 36% dos locais as rendas subiram.

 A localização de retalho mais cara do mundo continua a ser 5ª Avenida, em Nova Iorque, com uma renda anual de 29.065,5 euros por m². Segue-se Causeway Bay, em Hong Kong, nos 27.884 euros.

Na Europa, os Campos Elísios em Paris, são a localização mais cara, ocupando a terceira posição do ranking, seguidos pela New Bond Street em Londres, com rendas anuais de 13.255 euros/m2 e 12.433 euros/m2 respectivamente.

Fonte: Jornal de Negócios

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Monte Estoril: Edifício Cruzeiro vai ser Academia de Artes

O emblemático Edifício Cruzeiro, localizado no Monte Estoril, em Cascais, vai ser transformado num Polo de Artes que irá incluir uma escola de teatro e uma sala de espectáculos, informou a Câmara Municipal.

Depois de, em 2012, ter-se equacionado a demolição do edifício, abandonado há vários anos, a Câmara de Cascais anunciou agora que afinal o mesmo dará lugar à Academia das Artes do Estoril (AAE).

O antigo centro comercial Cruzeiro, um dos primeiros do país, irá incluir uma escola de teatro, um centro de formação de artes performativas e audiovisuais, uma biblioteca e uma sala de espectáculos com 400 lugares.

Edifício Cruzeiro data de 1951

Hoje, segunda-feira, será assinalada a ‘nova vida’ do edifício com a assinatura da escritura de compra e venda ao Fundo de Pensões do BPI, no valor de 100 mil euros. Na ocasião será feita a apresentação pública do projecto de total requalificação do imóvel, da responsabilidade do arquitecto Miguel Arruda. Sabe-se que do anterior edifício será preservada a fachada sendo todo o interior demolido.

A AAE vai ainda receber todo o espólio do TEC - Teatro Experimental de Cascais, uma vez que a formação de actores ficará a cargo da Escola de Teatro do TEC, que vai trabalhar em colaboração com a autarquia.

Inaugurado em 1951, o conhecido Edifício Cruzeiro foi projectado pelo arquitecto Filipe Nobre de Figueiredo (1913-1989) e a sua implantação urbanística, a semântica do seu desenho e o estatuto comercial fizeram daquela infraestrutura uma das referências arquitectónicas do concelho de Cascais.

O centro comercial Cruzeiro era, na época, um ponto de encontro de uma classe social privilegiada e cosmopolita que incluía muitos estrangeiros abastados que, em Portugal, tinham encontrado um refúgio seguro durante a II Guerra Mundial.

Fonte: Lusa

domingo, 13 de novembro de 2016

Donald Trump ganhou: qual o impacto no imobiliário comercial?

Depois de meses de campanha eleitoral intensa e pouco convencional que captou a atenção mundial, os Estados Unidos da América votaram finalmente e elegeram o candidato republicano Donald Trump. O Senado continuará liderado pelos Republicanos assim como o Congresso.

Na opinião de Elisabeth Troni, Diretora de Research EMEA da Cushman & Wakefield, “A incerteza em torno da vitória de Trump levou de imediato os mercados a reagirem na Europa e na Ásia. Mas, como aconteceu a seguir ao Brexit, prevê-se que a atividade bolsista recuperará assim que os investidores assimilarem o “choque” inicial e perceberem que o impacto deste resultado eleitoral será menor do que o previsto”

“E como reagirá o mercado imobiliário comercial? Este setor não é igual ao mercado bolsista e não sofre alterações bruscas nem diárias. É preciso olhar mais para a frente para se preverem implicações potenciais”, continua Elisabeth Troni.

O que significará este resultado para o mercado ocupacional europeu?
“Menor investimento em ativos e mercados secundários – é esperado inicialmente um ambiente de maior aversão ao risco, com os investidores a procurarem ativos e mercados core, limitando transações com algum nível de risco”, comenta Elizabeth.

Em resumo: O resultado das eleições americanas não muda os princípios do setor imobiliário comercial europeu. À parte do impacto a curto-prazo nos mercados financeiros, os princípios do imobiliário mantêm-se favoráveis em toda a Europa. Prevemos que os investidores mantenham os seus esforços para que o volume de investimento já alocado ao mercado imobiliário europeu permaneça inalterado. Apesar de ser tentador especular sobre se os capitais americanos serão direcionados para a Europa, as próximas eleições em França e Alemanha fazem com que seja prematura esta previsão.

Fonte: Imonews

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Investimento em Vistos Gold sobe 15% em Setembro

Segundo o SEF, quase 48,9 milhões de euros resultaram de autorizações de residência mediante o requisito da compra de bens imóveis e cerca de 9,6 milhões de euros pela transferência de capital.


O investimento captado pelos vistos 'gold' em Setembro aumentou cerca de 15% face ao mês anterior, para 58,4 milhões de euros, segundo os dados divulgados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

Em Agosto tinham sido conseguidos 50,8 milhões de euros através deste programa de autorizações de residência concedidas mediante investimento, o que então significou menos 17% face a Julho, mês em que foram conseguidos 98,9 milhões.

Quanto ao total do investimento registado em Setembro, quase 48,9 milhões de euros resultaram de autorizações de residência mediante o requisito da compra de bens imóveis e cerca de 9,6 milhões de euros pela transferência de capital.

Ainda no mês passado, foram atribuídos 123 vistos 'gold', dos quais 114 para a compra de imóveis e nove por transferência de capital, segundo os dados do SEF.

Não houve qualquer visto atribuído pela via do requisito de criação de pelo menos 10 postos de trabalho.
Fonte: Lusa

Viver em Lisboa: Conheça as zonas mais caras, jovens e com maior densidade populacional!

Parque das Nações é a mais cara, Baixa-Chiado a mais desocupada, Avenidas Novas a área com maiores rendimentos. Conheça o retrato da população da capital portuguesa, traçado pelo estudo da Cushman & Wakefield.


O Parque das Nações é o local mais caro para viver em Lisboa. Nesta área, cada metro quadrado tem o custo médio de 3.625 euros. Em contraponto, as zonas periféricas – Alto do Pina, Marvila, Beato ou Olivais – são as mais baratas: 2.370 euros por metro quadrado.

A conclusão é do recente estudo da imobiliária Cushman & Wakefield, que analisa o mercado residencial na cidade de Lisboa. "O produto residencial existente no Parque das Nações tem como público-alvo famílias de classe média-alta, que valorizam uma construção de qualidade e moderna", diz a pesquisa.

A segunda área com preços mais elevados engloba os bairros da Lapa, Estrela e Santos. Aqui, o metro quadrado custa 3.562 euros.

A maior concentração de população (27,5%), os maiores agregados e o perfil etário mais jovem registam-se na zona que integra bairros como Benfica, Campolide, Telheiras ou Lumiar. 

Em contraponto, Baixa-Chiado e a zona da Estrela, Lapa e Santos são aquelas com menos população residente, distribuída por agregados familiares mais reduzidos. A população mais envelhecida reside nas zonas de Belém, Alcântara, Avenidas Novas e nos bairros tradicionais como Alfama, Sé, Castelo ou Graça.

Os residentes com rendimentos mais elevados tendem a concentrar-se nas Avenidas Novas (São Sebastião da Pedreira, Campo Grande, Alvalade), Lapa, Estrela e nos bairros de Benfica, Campolide e Telheiras. Já os rendimentos mais baixos registam-se na área suburbana e nos bairros tradicionais.

A Baixa-Chiado é a zona a registar a taxa de desocupação mais elevada, nos 11%. Já a área que compreende bairros como Alto do Pina, Beato, Marvila ou Olivais possui a menor taxa de desocupação, abaixo dos 4%.

A Cushman & Wakefield fala numa "recuperação do sector" que arrancou no ano passado. Face a 2012, a procura na área metropolitana de Lisboa cresceu 47% em 2013.

"Nos primeiros meses de 2014 esta evolução positiva deu já sinais de se manter, com um crescimento da procura no primeiro trimestre de 60% face ao período homólogo do ano anterior", acrescenta.

O impacto dos investidores estrangeiros no país não é esquecido, uma vez que mexem já com mais de 10% dos imóveis transaccionados.

Os dados da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) revelam que no primeiro trimestre deste ano já foram 3.500 os estrangeiros a investir no imobiliário nacional.

Fonte: Negócios

Apartamento mais caro do mundo está à venda no Mónaco por 365 milhões Euros!

O imóvel de cinco pisos e piscina privada encontra-se no maior arranha-céus do Mónaco, a Torre Odeon, cuja construção será finalizada em 2017.

A partir do próximo ano, o apartamento mais caro do mundo estará pronto a ser habitado. Trata-se de uma penthouse de cinco andares, cada um com cozinha própria. O imóvel ocupa toda a torre desde o 45º ao 49º andar da Torre Odeon, oferecendo uma vista de 360 graus. Com terraço e piscina com vista para o mar no último piso, preço de mercado rondará os 365 milhões de euros, avança o El Mundo.

O apartamento inclui ainda uma série de serviços, como um motorista privado, catering, porteiro disponível 24 horas por dia, e acesso a um spa com ginásio e piscina, descreve a mesma fonte.

Com 49 andares distribuídos por 170 metros de altura, a Torre Odeon é o maior arranha-céus do Mónaco e o segundo maior da costa mediterrânica. A sua construção, com finalização prevista para o próximo ano, teve início em Novembro de 2009.

A torre dupla oferece ainda 60 apartamentos desde T2 a T4 e dois duplex de 1.200 metros quadrados. O projecto do edifício contou com o arquitecto Alexandre Giraldi.

Fonte: Negócios

domingo, 6 de novembro de 2016

Portugal regista o segundo maior aumento do preço das casas na UE!

Os preços das casas continuam a aumentar um pouco por toda a Europa. No segundo trimestre, Portugal registou a segunda maior subida em cadeia da União Europeia, em ex-aequo com a Estónia e Lituânia.

O índice de preços das casas aumentou 1,4% na Zona Euro, durante o segundo trimestre do ano quando comparado com os três meses anteriores, e cresceu 1,6% na União Europeia (UE), revelou esta quarta-feira, 12 de Outubro, o Eurostat.

O país onde os preços mais aumentaram foi a Letónia, com uma subida de 6,6%. Segue-se Portugal, Lituânia e Estónia, com os três países a registarem um acréscimo de 3,1%.

Entre os 28 Estados-membros apenas quatro países verificaram quedas nos preços, todas inferiores a 1%.

Quando comparado com o mesmo período do ano passado, os preços das casas aumentaram 2,9% na Zona Euro e 4,0% na UE. Nesta comparação, Portugal surge com o oitavo aumento mais elevado (6,3%) em ex-aequo com a República Checa.

No período em análise há dois países da UE com aumentos superiores a 10%: Letónia e Hungria. E apenas dois estados com quedas de preços : Itália e Chipre.

Fonte: Negócios

Procura de casas para compra continua a superar a oferta em Lisboa, Porto e Algarve !

A procura de casas para compra voltou a aumentar em agosto nas regiões de Lisboa, Porto e Algarve, dinâmica que continua a superar a oferta existente, segundo o mais recente inquérito 'Portuguese Housing Market Survey' (PHMS).

Com base nas respostas de 150 inquiridos de empresas do sector imobiliário, "o Verão não abrandou a procura de casas em Portugal, a qual continuou a crescer em agosto de forma sólida", com reflexo nos preços de compra, que "aumentaram ainda mais" neste mês.

No entanto, o inquérito revela que "as expectativas para as vendas a curto prazo, apesar de positivas, terão abrandado" em agosto, com os operadores imobiliários a defenderem que é necessário assegurar "estabilidade fiscal e o robustecimento da concessão de crédito" para manter o dinamismo da procura de casas.

"No âmbito dos clientes estrangeiros, é necessário garantir a estabilidade fiscal, assegurando a previsibilidade nas condições de mercado. Já para o público nacional, destacam a necessidade de fortalecer o sistema financeiro, mantendo, assim, a dinâmica por parte das famílias", afirmou, em comunicado, o director da empresa de informação Confidencial Imobiliário, Ricardo Guimarães.

Para o economista do Royal Institution of Chartered Surveyors (RICS) Simon Rubinsohn, a  melhoria contínua das condições de crédito será "fundamental para suportar a actividade do mercado de compra e venda de casa".

De acordo com o inquérito PHMS, a dinâmica da procura de casas para compra continua a superar a oferta, verificando-se "uma redução da entrada de novos fogos para venda em todas as regiões" analisadas: Lisboa, Porto e Algarve.

"Esta situação de desequilíbrio está a conduzir a um aumento dos preços das casas", verificado nas regiões de Lisboa, Porto e Algarve, revelou o inquérito, adiantando que é expectável que "os preços das casas cresçam ainda mais ao longo dos próximos três meses e, num horizonte a 12 meses, os inquiridos continuam a projectar um crescimento dos preços de pouco menos de 3%".

Segundo dados do inquérito, as vendas acordadas no mês de agosto apresentaram um resultado "bastante positivo", com todas as regiões a exibir "um ligeiro aumento no volume das transacções".

Em relação ao mercado de arrendamento habitacional, o inquérito PHMS indica que "o ritmo de crescimento das rendas deverá acelerar ainda mais", uma vez que a tendência de subida dos preços resulta do desequilíbrio entre a oferta e procura, tendo em conta que "o interesse para arrendar casa registou um forte aumento e a oferta por parte dos proprietários continua a cair".

"Outra pretensão dos agentes de mercado inquiridos é a concessão de incentivos ao mercado de arrendamento, no qual a falta de oferta tem pressionado as rendas em alta", adiantou o director da empresa de informação Confidencial Imobiliário.

O PHMS é um inquérito mensal realizado em parceria entre a Confidencial Imobiliário e o RICS, para publicação de um Índice de Confiança e de Expectativas nas regiões metropolitanas de Lisboa, do Porto e do Algarve.

Fonte: Lusa

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Brexit: Consequências no Imobiliário Português


De que forma a saída do Reino Unido da União Europeia vai afectar o mercado imobiliário português e as relações financeiras entre os dois países a nível de investimento e negócios imobiliários?

O Diário Imobiliário falou com alguns especialistas que traçaram algumas perspectivas e consequências sobre esta saída e a opinião é generalizada: apesar de não ser positivo para a Europa, as relações económicas entre Inglaterra e Portugal são históricas e isso irá superar os obstáculos que vão surgir com este afastamento do Reino Unido.

Apesar dos ingleses não serem o principal investidor em imobiliário, sobretudo na capital portuguesa, são no entanto, um dos investidores mais antigos e regulares de produto imobiliário na região do Algarve. Nesse sentido, Rafael Ascenso, director geral da Porta da Frente, empresa de mediação imobiliária no mercado de luxo, revela que apesar de ser um pouco difícil fazer previsões, uma vez que a saída vai começar a ser negociada agora e só efectivada daqui a dois anos, considera que tudo vai depender do que for acordado.
É muito natural que os ingleses saiam do nosso país e vendam as suas propriedades aqui

“No entanto, penso que corremos dois riscos. Primeiro, a desvalorização da Libra e a consequente perda de poder de compra dos ingleses. Que assim terão mais dificuldade e atracção para investir em Portugal.

Segundo, se os ingleses perderem a capacidade de circular e viver em países da União Europeia, é  muito natural que saiam do nosso país e vendam as suas propriedades aqui”, admite o responsável.

Contudo, Rafael Ascenso tem esperança que o sentimento anti união europeia não alastre a outros países que constituem mercados muito fortes no nosso imobiliario. Casos da França e Suécia. “Acredito que depois deste abalo virá um período de adaptação e que o nosso mercado não será afectado”, salienta.
Grã-Bretanha sempre esteve com um ‘pé fora e um pé dentro’ da União Europeia

César Neto, presidente da Associação dos Industriais da Construção de Edifícios - AICE, mostra também alguma apreensão pela situação. Ao Diário Imobiliário revela no entanto, que esta era uma situção já esperada porque a Grã-Bretanha (GB) sempre esteve com um ‘pé fora e um pé dentro’ da União Europeia. E só a fragilidade dos líderes da Europa Continental, permitiu incongruências e indefinições, admitindo excepções às medidas sobre a moeda, sobre Schengen, e muitas outras excepções, feitas à medida de interesses que não favoreciam a União Europeia (UE), como federação de interesses.

O responsável adianta vários cenários: “Penso que esta decisão que provocou no imediato algum pânico, especialmente nos mercados e nas pessoas a trabalhar na ilha e na parte continental, se vai esbater, ao longo dos próximos dois anos que o tratado prevê de preparação da saída. A realidade económica e financeira, lembro que a GB é o maior importador da Alemanha e o inverso também é verdade, são factores que vão fazer ponderar ambos os lados. E em mercados globais por muita pujança económica e peso histórico, o isolacionismo é negativo”.

Quanto às consequências para Portugal, César Neto, revela que sob o ponto de vista psicológico, algumas reacções dos empresários e dos turistas oriundos do Reino Unido, poderão abalar um pouco a normalidade que se estava a viver. Mas os instrumentos da EFTA (Associação Europeia de Comércio Livre), não muito diferentes dos que a UE pratica, proporcionarão nos próximos tempos de ajustamento, alguma acalmia e pré-normalidade das transacções comerciais e da movimentação de cidadãos. E a segurança mundial muito afectada, será um pólo de agregação de necessidades e de  interesses, por muito que sejamos individualistas.
Os nosso mais velhos aliados não conseguirão esquecer o nosso sol

O presidente da AICE acredita que nos encontramos numa fase de grandes oportunidades, para que a UE possa reformular de uma vez o seu modelo, permitindo aos países integrantes, uma vivência una e indivisível, nos bons e maus momentos. “O Reino Unido ao isolar-se, perderá mais do que uma UE requalificada e mais forte, se o souber fazer.

Portugal continuará a ter uma relação privilegiada na economia, na fraternidade e no acolhimento dos mais velhos aliados, que não conseguirão esquecer o nosso sol, a nossa afabilidade e gastronomia e apesar de uma libra mais fragilizada - por enquanto, lhes permite por cá, usufruir o que dentro da sua ilha custa muito mais e que muitas vezes não têm”, conclui.

Também a AEP – Câmara de Comércio e Indústria, é de opinião que apesar de que a vitória do “Brexit” constitui uma perda para as empresas e para a economia portuguesa e há ainda a considerar o caso específico do turismo e do IDE britânico no nosso país.

Contudo, “é caso para dizer que o Reino Unido pode ter deixado a União Europeia, mas Portugal jamais poderá perder o seu mais antigo aliado”.

Fonte: www.diarioimobiliario.pt

sábado, 11 de junho de 2016

Preço das casas em Lisboa subiu 22% em três anos


Dados do Confidencial Imobiliário revelam aumento de 5,3% a nível nacional.

O preço das casas em Lisboa subiu 22% entre os finais de 2012 e de 2015, completando oito trimestres de recuperação consecutiva, revelam os dados da Confidencial Imobiliário (Ci), no âmbito do Índice de Preços Residenciais, divulgados esta segunda-feira.

A valorização do índice foi de 11,9% em 2015,  sendo o último ano o que apresentou melhor desempenho, ao exceder a retoma de 7,5% que tinha sido observada em 2014. A compra de casas para fins turísticos, em especial no arrendamento de curta duração, é uma das razões para a recuperação de preços.

Esta tendência é igualmente visível no comportamento do preço das casas a nível nacional, embora a recuperação tenha sido mais moderada. Desde o segundo trimestre de 2013, que foi o momento em que índice atingiu o valor mais baixo desde 2009 (início a série), o preço das casas em Portugal (Continental) já subiu 5,3%.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Lisboa é a cidade certa para viver e investir melhor, diz o Financial Times

Lisboa é considerada a quinta melhor cidade europeia para investir e viver, de acordo com o ranking “Cidades e Regiões Europeias do Futuro 2016-2017” do jornal Financial Times. A capital surge pela terceira vez na lista das Melhores Cidade do Sul da Europa, logo após Istambul, Madrid, Barcelona e Milão.

O ranking, organizado pela fDi Intelligence Magazine daquele jornal de referência em negócios e investimento, coloca Lisboa à frente de Liubliana, Roma, Ancara, Zagreb e Bilbao e mantém a Região de Lisboa em 10º lugar na categoria de Melhores Regiões do Sul da Europa.

A avaliação do Financial Times reuniu dados de mais de 294 cidades em 148 regiões, com base em categorias como recursos humanos, ambiente de trabalho, infraestruturas, rentabilidade, estratégia de apoio ao investimento directo estrangeiro e empreendedorismo.

Lisboa foi igualmente distinguida há pouco tempo como a sétima cidade preferida pelos investidores europeus para o sector imobiliário, de acordo com o estudo da PwC/ULI “Emerging Trends in Real Estate, Europe 2016”.

Fonte: Expresso

quinta-feira, 3 de março de 2016

NIB substituido pelo IBAN em todas as transferências a partir de Fevereiro 2016

A partir de 1 de Fevereiro de 2016, o IBAN passou a ser o identificador único das contas e todos os pagamentos terão de ser iniciados com a indicação do IBAN das contas do ordenante e beneficiário. O NIB deixa de existir.

Fonte: Diário Económico

terça-feira, 26 de abril de 2011

ARRENDAMENTO JOVEM: CANDIDATURAS PORTA 65

Arrendamento Jovem: Candidaturas ao "Porta 65" abrem hoje 26 de Abril de 2011.

O primeiro concurso deste ano ao programa de apoio ao arrendamento jovem "Porta 65" arranca hoje, e vai disponibilizar apoios de 20 milhões de euros. Segundo a Agência Financeira (AF), este período de candidatura dura até dia 27 de Maio.
Lançado em 2007, o "Porta 65" recebeu, na altura, queixas dos partidos da oposição, que levaram o governo a alterar por duas vezes as regras de acesso. As primeiras alterações surgiram em 2008, com o aumento dos tectos máximos das rendas a apoiar ? em alguns casos subiram mais de 80% - e da taxa de esforço (peso da renda no rendimento mensal). Em Janeiro do ano passado, o governo voltou a alterar as regras, alargando o limite de idade (pode concorrer-se até aos 30 anos e o apoio dura três anos) e possibilitando a inclusão de prestações sociais (subsídios maternidade ou bolsas de estudo) no cálculo dos rendimentos.
Tendo em conta as alterações introduzidas, é agora possível, por exemplo, apresentar a declaração de rendimentos dos últimos seis meses, e não do último ano, como inicialmente previsto. Passou também a ser possível mudar de residência e continuar no programa, assim como os candidatos interromperem o "Porta 65" e voltarem a ter direito a ele mais tarde.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

BANCOS ASSINAM ACORDO COM A REMAX PARA VENDER CASAS PENHORADAS

A mediadora imobiliária é o novo canal de venda dos imóveis em ‘stock’ da Caixa Geral de Depósitos, BES, Santander Totta e Montepio Geral.
É oficial: os bancos estão empenhados em escoar o ‘stock' de imóveis penhorados. O incumprimento não está a dar tréguas, obrigando as instituições financeiras a socorrerem-se de todas as ferramentas ao seu alcance para limpar os seus balanços. Prova disso é o recurso a todas as ferramentas disponíveis no mercado e a exploração de novos canais de venda, como a recente parceria assinada com uma das maiores mediadoras imobiliárias do mercado, a Remax.
O grande chamariz deste acordo é o desconto significativo no valor dos imóveis e, sobretudo, as condições favoráveis de financiamento, como o empréstimo de 100% do valor da casa, uma oferta com condições bastante mais vantajosas nas actuais condições do mercado.
"A Remax já integrou na sua carteira cerca de 1.500 imóveis provenientes da banca e, a partir da próxima semana, o número vai aumentar para 3.500", revelou Beatriz Rubio, presidente-executiva da Remax, ao Económico.

Fonte: economicosapo.pt
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