Mostrar mensagens com a etiqueta EURIBOR. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EURIBOR. Mostrar todas as mensagens

domingo, 6 de novembro de 2016

Um terço do novo crédito já não depende da Euribor

A taxa fixa tem vindo a reforçar o seu peso nas novas operações de crédito à habitação. 

Nos primeiros oito meses deste ano, um terço dos empréstimos foi feito com juros sem alterações. A Euribor continua a ter uma posição dominante no crédito à habitação em Portugal. É o indexante em 90% dos financiamentos para a compra de casa. Mas tem vindo a perder expressão, nos últimos meses, em linha com os valores cada vez mais negativos que tem assumido. 

Dos novos empréstimos realizados este ano, quase um terço conta com uma taxa fixa, segundo os dados mais recentes do Banco de Portugal. 1.147 milhões de euros. Este foi o valor do novo crédito à habitação concedido a taxa fixa, entre Janeiro e Agosto, de acordo com os dados do Banco de Portugal, divulgados em Outubro passado. Este valor representa 31,3% das novas operações de financiamento realizadas, neste período. 

Só no mês de Agosto foram emprestados 181 milhões de euros com esta modalidade de juros, 38% do crédito concedido no mês de Outubro. E este valor mensal supera mesmo o crédito a taxa fixa concedido nos primeiros oito meses do ano passado: 176 milhões de euros. "O forte crescimento relativo decorre do facto de anteriormente o crédito a taxa fixa ser praticamente inexistente", adiantou recentemente Filipe Garcia. Mas "reconheço que há cada vez mais operações a taxa fixa, o que se justifica essencialmente pela vontade dos bancos em contratarem dessa forma, porque lhes permite cobrar uma taxa de juro mais alta", explicou o economista da IMF. 

Ao contrário do que acontece com os créditos a taxa variável, onde a legislação determina que a taxa de juro final resulta da soma da média da Euribor no mês anterior à revisão ao 'spread', nos financiamentos a taxa fixa não existe nenhuma regra que determine como é que a taxa de juro deve ser definida. Nesse sentido, cada instituição financeira determina a taxa de juro de forma diferente, sendo que entre os grandes bancos nacionais apenas o Santander Totta recorre às taxas de mercado, as taxas 'swap'. E a aposta das instituições financeiras nas soluções de taxa fixa deverá manter-se, até porque as Euribor poderão continuar negativas no médio prazo. Os contratos futuros sobre a taxa a três meses apontam para que esta se mantenha negativa, pelo menos, até Setembro de 2020. 

Fonte: Negócios

domingo, 29 de maio de 2011

EURIBOR - TAXAS CAEM NA ÚLTIMA SESSÃO DA SEMANA


As taxas Euribor voltaram a descer em todas as frentes, o que é uma boa notícia para quem está a pagar a casa ao banco.

A taxa mais usada no crédito à habitação, a Euribor a seis meses, desceu  para 1,708%, enquanto o prazo a 12 meses recuou para 2,135%. Desde o início da semana que estas duas taxas não registam aumentos.

No mesmo sentido, a maturidade a três meses, a mais usada no cálculo dos juros às empresas, caiu para os 1,430%, na segunda sessão de quedas para este prazo.


O mercado perspectiva que o Banco Central Europeu volte a subir a taxa refi em breve, depois de Jean-Claude Trichet ter sinalizado, esta semana, que um novo aumento pode acontecer nos próximos meses. As Euribor seguem habitualmente a taxa de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE) e influenciam directamente a prestação da casa das famílias e o custo dos empréstimos dos bancos às empresas.

Fonte: Económico 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...