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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Prestação da casa volta a baixar em Maio de 2016


Este mês de Maio, arranca com boas notícias para quem tem crédito à habitação. Os contratos de taxa de juro indexada que sejam revistos em Maio beneficiam de novos cortes no valor da prestação. Essa redução de encargos oscilará entre um mínimo de 1,5% e um máximo de 2,7%.

A quebra mais acentuada de encargos beneficia as famílias cujos empréstimos para a compra de casa têm como referência os indexantes para prazos mais alargados. É o que acontece com os contratos indexados à Euribor a 12 meses, dado que só agora estes vão sentir as descidas do último ano. Para esses contratos será também a primeira vez que vão ver reflectido o valor negativo da Euribor a 12 meses. Para essas famílias, a prestação mensal cai 2,7% o que, para um exemplo de um crédito no valor de 100 mil euros, a 30 anos, e com um 'spread' de 1%, reflecte-se numa poupança mensal de 8,79 euros, com a prestação a fixar-se nos 321,18 euros. Ainda assim o número de famílias a beneficiar dessa redução será muito baixo, já que a Euribor a 12 meses ainda tem pouca expressão no total do crédito à habitação em Portugal. Isto apesar de muitos bancos já estarem a utilizar a Euribor a 12 meses como referência para os novos empréstimos para a compra de casa.

Nos contratos que têm como referência os indexantes nos prazos mais curtos, a redução na prestação será menor. Quem optou pela taxa a seis meses verá o valor da prestação cair 2,2% no próximo mês, o que para o cenário considerado se reflecte numa poupança mensal de 7,22 euros, com a prestação mensal a fixar-se nos 315,34 euros. Já nos empréstimos indexados à Euribor a três meses, a poupança esperada será de 4,65 euros por mês, com a nova prestação baixar para os 310,33 euros (menos 1,5% face à última revisão).



Juros negativos até ao final do primeiro semestre de 2019

O crescente desafogo com os encargos com a prestação da casa acompanham o rumo descendente dos indexantes, que persistem em valores negativos. A expectativa é a de que esse cenário se mantenha por um período prolongado de tempo. Depois de na reunião de Março do conselho de Governadores dos bancos centrais dos países da zona euro, o BCE ter cortado a taxa de juro de referência de 0,05% para 0%, fixando assim um novo mínimo histórico, na reunião de Abril que decorreu no dia 21, Mario Draghi voltou a assumir o seu compromisso de manter a actual política de juros baixos enquanto a economia europeia não descolar. "Só retornaremos a uma política de altas taxas de juro, se retornarmos ao crescimento económico e à subida de inflação", disse o presidente do BCE, acrescentando ainda estar previsto que as taxas de juro se mantenham baixas para lá do horizonte do "quantitative easing".

O comportamento dos futuros da Euribor a três meses atesta essa expectativa junto do mercado. A respectiva evolução aponta para que o indexante continue a deslizar para terreno cada vez mais negativo até ao final de 2016, com os futuros para a Euribor a três meses a apontarem para uma taxa de -0,29% até ao final do primeiro semestre de 2017. Só a partir dessa altura este indicador aponta para uma reversão do rumo do indexante que, contudo, é antecipado se mantenha em terreno negativo até meados de 2019. A partir daí, o mercado antecipa uma subida gradual, com a Euribor a três meses a fixar-se num valor acima de 0,5% apenas no primeiro trimestre de 2021.

Fonte: Jornal Economico

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